Quem sou eu

São Paulo, Sudoeste / SP, Brazil
Analista de Infra-Estrutura especializado em ambientes Microsoft e Segurança, além de uma cara amante de boa Musica, Dj, e produtor nas horas vagas. Amante de um bom vinho e a comida da dona Gioleine.

terça-feira, 19 de abril de 2011

O que é uma rede MESH.
A imagem acima demonstra uma topologia típica de redes mesh, aonde coexistem vários nós e vários gateways que fazem parte da mesma rede.Rede mesh ou rede de malha, é uma alternativa de protocolo de roteamento ao padrão 802.11 para diretrizes de tráfego de dados e voz além das redes a cabo ou infra-estrutura wireless. Uma rede de infraestrutura é composta de APs (Access point = Ponto de acesso) e clientes, os quais necessariamente devem utilizar aquele AP para trafegarem em uma rede. Uma rede mesh é composta de vários nós/roteadores, que passam a se comportar como uma única e grande rede, possibilitando que o cliente se conecte em qualquer um destes nós. Os nós têm a função de repetidores e cada nó está conectado a um ou mais dos outros nós. Desta maneira é possível transmitir mensagens de um nó a outro por diferentes caminhos. Já existem redes com cerca de 500 nós e mais de 400.000 usuários operando
Redes do tipo mesh possuem a vantagem de serem redes de baixo custo, fácil implantação e bastante tolerantes a falhas. Á esta característica tem-se dado o nome de "resiliência". Nessas redes, roteadores sem fio são geralmente instalados no topo de edifícios e comunicam-se entre si usando protocolos como o OLSR em modo ad hoc através de múltiplos saltos de forma a encaminhar pacotes de dados aos seus destinos. Usuários nos edifícios podem se conectar à rede mesh de forma cabeada, em geral via Ethernet, ou sem fio, através de redes 802.11. Quando estiverem 100% definidos os parâmetros para padronização do protocolo mesh pelo IEEE, este protocolo será denominado padrão 802.11s.

- Como funciona?

O segredo do sistema mesh está no protocolo de roteamento, que faz a varredura das diversas possibilidades de rotas de fluxo de dados, com base numa tabela dinâmica, onde o equipamento seleciona qual a rota mais eficiente a seguir para chegar ao seu objetivo, levando em conta a maior rapidez, com menor perda de pacotes, ou o acesso mais rápido à Internet, além de outros. Esta varredura é feita diversas vezes por segundo ou intervalo de tempo, sendo transparente ao usuário,mesmo quando ocorre alteração de rota de acesso aos gateways, que são os nós que possuem acesso direto à internet. Por exemplo, quando o nó que estava sendo utilizado pára de funcionar ,o sistema se rearranja automaticamente, desviando o nó defeituoso, sem que usuário perceba ou perca a conexão.

Outra característica importante das redes mesh é o roaming, também conhecido como "fast handoff", característica das redes que permitem ao usuário o trânsito entre nós da rede sem perder a conexão no momento da troca. A consequência prática é a mobilidade geográfica que o sistema permite.

Outro ponto interessante é que apenas um ou mais destes nós precisam estar conectados à Internet. Os outros apenas precisam de alimentação de energia. O sistema sempre saberá quais saltos serão necessários para que a requisição de um cliente em qualquer ponto da rede, chegue da forma mais eficiente possível à Internet.

Maiores informações...
Fonte de pesquisa: http://pt.wikipedia.org/wiki/Redes_Mesh



quinta-feira, 16 de setembro de 2010

5 fatos que todo profissional de cloud computing deve saber de cor


Quem trabalha com computação em nuvem pode ter dificuldade em alcançar o consenso sobre temas fundamentais; é hora de acabar com o mal-entendido.

Embora a computação em nuvem já tenha sido bem definida, quem trabalha com tecnologia pode ter dificuldade em alcançar um consenso sobre conceitos que são importantes para o sucesso de seus projetos. Eis cinco ideias importantes – ou que talvez apenas sejam as principais causadoras de mal-entendido – que deveriam ser amplamente compreendidas por aqueles que buscam atuar em cloud computing.

1::Cloud computing não é virtualização.
Parece haver aqui uma confusão eterna, por isso vale dizer: servidores virtualizados não formam uma nuvem. Cloud computing significa autoatendimento (auto provisioning), contabilidade com base em uso e recursos avançados de multitenancy (capacidade de atender a várias empresas usuárias com uma única instância de software) - aptidões que vão além da maioria das soluções de virtualização. Muitos de vocês poderiam imprimir este parágrafo e guardar na carteira ou na bolsa como lembrete.

2::Cloud computing requer APIs.
Aqueles que criam sites web e os chamam de “sites de nuvem” precisam entender que parte do valor da cloud computing vem do acesso via API aos serviços na nuvem. Isso vale tanto para nuvens públicas quanto privativas. Sem uma API, dificilmente será uma nuvem.

3::Migrar para a nuvem não será a cura para práticas ruins.
Não há remédio de alívio imediato para má arquitetura ou um mau projeto de aplicação dentro da cloud computing. Aquelas questões precisam ser resolvidas antes da migração.

4::Segurança é o que você faz dela, na nuvem ou fora dela.
Embora muitos resistam à cloud computing por causa de preocupações com segurança, a cloud computing é, de fato, tão ou melhor segura que a maioria dos sistemas instalados dentro da empresa. Você deve projetar seu sistema com base em requisitos de segurança, assim como faz com os requisitos de dados e de aplicação; feito isso, deverá utilizar a tecnologia certa para apoiar tais requisitos. Você pode fazer isso em nuvens públicas e privativas, bem como em sistemas tradicionais.

5::Não há soluções de “nuvem instantânea”.
Embora muitas empresas vendam soluções que chamam de “cloud-in-a-box” (nuvem na caixa), poucas opções de caixinha vão atender a suas necessidades de cloud computing sem exigir uma boa dose de ajuste e integração. Desculpe se destruí alguns sonhos.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Como bloquear dispositivos de armazenamento removivel.

  1. No Domain Controller, ir em Start >> Run e digite c:\windows\inf e clique em ok. Na tela Inf clique em Tools e após em Folder Options:

  1. Em Folder Options clique na guia View. Após clique em desmarcar a opção Hide extensions for Known file types e depois clique em OK:

  1. Na tela anterior Inf clique em File >> New e selecione Text Document:

  1. No nome do arquivo New Text Document.txt digite BlockDrivers.adm e pressione Enter. Na tela Rename cliquem em Yes:

  1. Edit o arquivo BlockDrivers.adm. Copie e cole o código abaixo e salve as altenações no arquivo BlockDrivers.adm:

CLASS MACHINE

CATEGORY !!category

CATEGORY !!categoryname

  POLICY !!policynameusb

   KEYNAME "SYSTEM\CurrentControlSet\Services\USBSTOR"

   EXPLAIN !!explaintextusb

     PART !!labeltextusb DROPDOWNLIST REQUIRED

       VALUENAME "Start"

       ITEMLIST

        NAME !!Disabled VALUE NUMERIC 3 DEFAULT

        NAME !!Enabled VALUE NUMERIC 4

       END ITEMLIST

     END PART

   END POLICY

  POLICY !!policynamecd

   KEYNAME "SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Cdrom"

   EXPLAIN !!explaintextcd

     PART !!labeltextcd DROPDOWNLIST REQUIRED

       VALUENAME "Start"

       ITEMLIST

        NAME !!Disabled VALUE NUMERIC 1 DEFAULT

        NAME !!Enabled VALUE NUMERIC 4

       END ITEMLIST

     END PART

   END POLICY

  POLICY !!policynameflpy

   KEYNAME "SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Flpydisk"

   EXPLAIN !!explaintextflpy

     PART !!labeltextflpy DROPDOWNLIST REQUIRED

       VALUENAME "Start"

       ITEMLIST

        NAME !!Disabled VALUE NUMERIC 3 DEFAULT

        NAME !!Enabled VALUE NUMERIC 4

       END ITEMLIST

     END PART

   END POLICY

  POLICY !!policynamels120

   KEYNAME "SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Sfloppy"

   EXPLAIN !!explaintextls120

     PART !!labeltextls120 DROPDOWNLIST REQUIRED

       VALUENAME "Start"

       ITEMLIST

        NAME !!Disabled VALUE NUMERIC 3 DEFAULT

        NAME !!Enabled VALUE NUMERIC 4

       END ITEMLIST

     END PART

   END POLICY

END CATEGORY

END CATEGORY

[strings]

category="Custom Policy Settings"

categoryname="Restrict Drives"

policynameusb="Disable USB"

policynamecd="Disable CD-ROM"

policynameflpy="Disable Floppy"

policynamels120="Disable High Capacity Floppy"

explaintextusb="Disables the computers USB ports by disabling the usbstor.sys driver"

explaintextcd="Disables the computers CD-ROM Drive by disabling the cdrom.sys driver"

explaintextflpy="Disables the computers Floppy Drive by disabling the flpydisk.sys driver"

explaintextls120="Disables the computers High Capacity Floppy Drive by disabling the sfloppy.sys driver"

labeltextusb="Disable USB Ports"

labeltextcd="Disable CD-ROM Drive"

labeltextflpy="Disable Floppy Drive"

labeltextls120="Disable High Capacity Floppy Drive"

Enabled="Enabled"

Disabled="Disabled"

  1. Clique em Start >> Administrative Tools >> Group Policy Management (você também pode acessar Start >> Run e digite gpmc.msc).

Para este tutorial o exemplo será aplicado em uma Organizational Unit, lembrando que a mesma pode ser aplicada na GPO Default Domain Policy. Na tela Group Policy Management expanda Forest/Domains/SeuDomínio, selecione a OU desejada e clique com o botão direito do mouse em Create and Link a GPO Here, na tela New GPO digite um nome para policy:

  1. Após criar a GPO, clique com o botão direito do mouse na policy e após em Edit:

  1. Na tela Group Policy Objetct Editor expanda Computer Configuration e clique com o botão direito do mouse em Administrative Templates e depois em Add/Remove Templates:

  1. Na tela Add/Remove Templates clique em Add e na tela seguinte Policy Templates, selecione o arquivo BlockDrivers e clique em Open::

  1. Na tela Group Policy Object Editor clique em View e depois em Filtering:

  1. Na tela Filtering clique para desmarcar a opção Only show policy settings that can be fully managed depois clique em OK:
  2. Na tela Group Policy Object Editor expandir Computer Configuration >> Administrative Templates >> Custom Policy Settings e clique em Restrict Drives:

  1. No painel direito da tela Group Policy Object Editor dê um duplo clique em Disable USB. Na tela Disable USB Properties clique na check box Enable e abaixo também selecione Enable e clique em OK:

  1. Repita o procedimento em CD-ROM, Floppy e High Capacity Floppy:

Feche a tela Group Policy Object Editor e a tela Group Policy Management.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Tipos de Registros DNS

 

 

Os tipos mais comuns de Registros de DNS com suas explicações
Essa é uma lista de termos comuns que você poderá encontrar durante o gerenciamento de um domínio. Clique em um termo a seguir para pular para a descrição do termo e seu respectivo uso com o Google Apps.

Este é apenas um guia básico para DNS, visto que as configurações de empresas de hospedagem, registro e cadastro podem variar.

DNS
Nome de domínio
Empresa de registro de domínios
Domínio de nível superior
Domínio de nível secundário
Domínio de nível terciário
Host de domínio
Registro A
Registro NS
Registro MX
Registro CNAME
Endereço IP
URLs personalizados
Alias de domínio
Diretório WHOIS

DNS

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DNS significa Domain Name System (Sistema de Nomes de Domínio). Esse sistema é usado para organizar e identificar domínios. O DNS fornece um nome a um ou mais endereços IP de um domínio. Por exemplo, o nome de domínio wolf.example.com pode ser convertido para 198.102.434.8. Isso ajuda as pessoas a lembrarem URLs e endereços de e-mail.

O DNS também é usado para identificar o local de entrega de um e-mail para um determinado endereço. Isso é feito com os Registros MX.

Você precisa ter um nome de domínio registrado para usar o Google Apps para Seu Domínio.

Nome de domínio

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Nomes de domínio são nomes fáceis de lembrar (URLs e endereços de e-mail) associados a um ou mais endereços IP. Como uma página na web é definida por seu respectivo URL, ela pode ser transferida para outro endereço IP sem afetar os visitantes.

Exemplo: www.singlespeed.com

O nome de domínio completo não pode exceder o total de 255 caracteres, mas alguns registros apresentam limites mais curtos.

Empresa de registro de domínios

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Empresas de registro de domínios vendem nomes de domínio na internet (ex: blueshirt.com ou organicfood.org). A maioria dessas empresas oferece um serviço de hospedagem além do registro.

Se a empresa de registro de domínio for diferente da de hospedagem, será necessário adicionar os servidores de nome do host à conta do registro. Por exemplo, se você adquirir um nome de domínio na namecheap.com (que oferece registro de domínio) e hospedar seu domínio na DynDNS (que oferece hospedagem de domínio), os servidores de nome da DynDNS (ns1.mydyndns.org e ns2.mydyndns.org) deverão ser adicionados à sua conta na namecheap.com.

No momento, o Google Apps para Seu Domínio oferece registro de domínio para um grupo seleto de parceiros de registro de domínio. Isso permite que você adquira um nome de domínio e se inscreva no Google Apps ao mesmo tempo. Se você adquiriu um nome de domínio durante sua inscrição, o Google irá configurar serviços automaticamente para seu domínio, para que você não precise configurar manualmente os registros MX e CNAME.

Se você adquiriu seu nome de domínio antes de se inscrever no Google Apps, visite nossa lista de hosts de domínio (algumas também fazem o registro do domínio) com instruções para modificar registros MX na Central de Ajuda.

Domínio de nível superior

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Os domínios de nível superior são a última parte de um nome de domínio, ou seja, as letras depois do último ponto. Estes são alguns exemplos: br biz com org edu us ca fr de travel local es pl

Domínio de nível secundário

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Os domínios de nível secundário estão logo abaixo dos domínios de nível superior. Alguns exemplos comuns são:

    Domínio de nível secundário
    Nome de domínio

    Google
    google.com.br

    Wikipedia
    wikipedia.org

    Ontariotravel
    ontariotravel.com

    Craigslist
    craigslist.com

    louvre
    louvre.fr

Domínio de nível terciário

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Os domínios de nível terciário também são conhecidos como subdomínios e CNAMEs. Em um URL, o subdomínio é inserido antes do nome de domínio. Veja alguns exemplos:

    Subdomínio
    URL

    affiliates
    http://affiliates.art.com

    www
    http://www.rockfound.org

    men
    http://men.style.com

    mail
    http://mail.google.com

    bus
    http://www.bus.umich.edu

Para configurar a publicação na web com o Google Apps para Seu Domínio, defina um subdomínio como seu endereço de publicação na web.

Host de domínio

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Os hosts de domínio executam os servidores DNS do seu domínio. Isso inclui registros A, registros MX e registros CNAME. A maioria dos hosts de domínio também oferece o registro de nomes de domínio.

Como o Google Apps para Seu Domínio não é um host de domínio, você deve modificar seus registros DNS pelo host de domínio para configurar o e-mail e a publicação na web. Clique aqui se não souber que empresa está hospedando seu domínio.

Registro A

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Registros A (também conhecidos como registros host) são os registros centrais de DNS. Esses registros vinculam um domínio, ou subdomínio, a um endereço IP.

Não existe necessariamente um registro A para cada endereço IP e vice-versa. Vários registros A correspondem a um único endereço IP, onde uma máquina pode atender a diversos sites. Em alguns casos, um único registro A pode corresponder a vários endereços IP. Isso pode facilitar a tolerância a falhas e a distribuição de carga, além de permitir que um site altere sua localização física.

O Google Apps para Seu Domínio não é compatível com endereços IP isolados. Em vez de usar registros A, configure o seu e-mail e a publicação na web, substituindo os registros MX e CNAME pelo host de domínio.

Registro NS

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Os registros do servidor de nomes determinam quais servidores comunicarão as informações de DNS de um domínio. Dois registros NS devem ser definidos para cada domínio. Normalmente, há um registro do servidor de nomes principal e outro secundário. Os registros NS são atualizados junto à empresa de registro de domínio e levam de 24 a 72 horas para entrar em vigor.

Se a empresa de registro do seu domínio for diferente da sua empresa de hospedagem, o host fornecerá dois servidores de nomes que poderão ser usados para atualizar os registros NS na empresa de registro de domínio.

Se não tiver certeza de quem esta hospedando seu domínio, faça uma consulta NS gratuita. Veja como:

  1. Visite o Google.com.br
  2. Pesquise consulta NS.
  3. Selecione um resultado de pesquisa.
  4. Digite seu nome de domínio na ferramenta.
  5. Selecione Registros NS ou Todos os registros para sua consulta.
  6. Clique em Consultar.

Exemplo de resultado (mostrando que EveryDNS é o host de domínio de theurbanexperience.org):

theurbanexperience.org nameserver = ns4.everydns.net.
theurbanexperience.org nameserver = ns1.everydns.net.
theurbanexperience.org nameserver = ns2.everydns.net.
theurbanexperience.org nameserver = ns3.everydns.net.

Registro MX

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Os registros Mail Exchange (MX) fazem o envio de e-mails para os servidores de um domínio e são listados em ordem de prioridade. Se um e-mail não puder ser entregue usando o principal registro de prioridade, o segundo registro de prioridade será usado e assim por diante.

Para configurar e-mail no Google Apps para Seu Domínio, configure os registros MX com seu host de domínio usando as informações de servidor do Google.

Se desejar verificar o status dos registros MX, realize uma consulta MX gratuita. Veja como:

  1. Visite Google.com.br.
  2. Pesquise consulta MX.
  3. Selecione um resultado de pesquisa na lista.
  4. Digite seu nome de domínio no campo.
  5. Selecione Registros MX se essa não for uma consulta de pesquisa padrão.
  6. Clique em Consulta.
Exemplo de resultado (mostrando que o e-mail de theurbanexperience.org está direcionado ao Google):

o processamento dos e-mails de theurbanexperience.org é feito por 1 ASPMX.L.GOOGLE.COM.
o processamento dos e-mails de theurbanexperience.org é feito por 5 ALT1.ASPMX.L.GOOGLE.COM.

A primeira entrada tem um valor de prioridade igual a 1 e a segunda, um valor de prioridade igual a 5.

Registro CNAME

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Registros de nomes canônicos são aliases dos registros A. Para cada registro CNAME, você pode selecionar um alias e um host.

Para configurar a publicação na web com o Google Apps para Seu Domínio, escolha um endereço para suas páginas. O domínio de nível terciário do endereço é o alias e ghs.google.com é o host.

Se quiser verificar o status do seu registro CNAME para publicação na web, você poderá executar uma consulta CNAME gratuita. Veja como:

  1. Visite Google.com.br.
  2. Pesquise consulta CNAME.
  3. Selecione um resultado de pesquisa na lista.
  4. Digite seu endereço de publicação na web no campo.
  5. Selecione Registro CNAME, se essa não for uma consulta de pesquisa padrão.
  6. Clique em Enviar ou em Consulta.
Exemplo de resultado (mostrando que o subdomínio de wolverine.theurbanexperience.orgestá apontando paraghs.google.com):

Consulta DNS (CNAME) para wolverine.theurbanexperience.org. Itens retornados: 1

  • ghs.google.com

    Endereço IP

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    Endereços IP são números exclusivos que permitem aos dispositivos localizar informações em uma rede.

    Como um nome de domínio pode estar associado a um ou mais endereços IP, o Google Apps para Seu Domínio não é compatível com configurações de e-mail e publicação na web que usam endereços IP isolados.

    URLs personalizados

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    URLs personalizados ou URLs curtos, tornam o uso da internet mais fácil. Um URL personalizado permite a você e a seus usuários acessar a página de login para serviços no seu domínio com um endereço simples e fácil de lembrar. Com o Google Apps para Seu Domínio, seus URLs personalizados seguirão este formato:

    http://[personalize].seu_domínio.com.br

    Em vez de pedir aos usuários que visitem http://www.google.com/calendar/a/your_domain.com para efetuar login em suas agendas, você pode criar um URL mais curto e personalizado. Saiba mais

    Exemplos de agenda

    http://agenda.seu_domínio.com.br

    http://c.seu_domíno.com.br

    http://9-5.seu_domínio.com.br

    http://minhaagenda.seu_domínio.com.br

    http://where2go.seu_domínio.com.br

    Alias de domínio

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    Aliases de nome de domínio são nomes adicionais de domínio associados ao seu domínio principal. Com o Google Apps para Seu Domínio, é possível, adicionar um alias de domínio que recebe e-mail e o entrega para caixas de correio no seu domínio principal.

    Alguns usos comuns:

    • Adicionar um alias de domínio para cobrir outros domínios de nível superior. Se o nome do seu domínio for theurbanexperience.org, talvez seja necessário ter os aliases theurbanexperience.com.br e theurbanexperience.br.
    • Adicione um alias de domínio para ajudar as pessoas que digitam incorretamente o nome do seu domínio. Se seu nome de domínio for theurbanexperience.org, pode ser necessário ter os aliases urbanexperience.org, theurbanexperiment.org e urbanexperiences.org.
    • Adicione um alias de domínio para receber e-mails endereçados a dois domínios separados em uma única caixa de correio. Se receber e-mails em dois nomes de domínio, como admin@bradford.com e admin@clarkston.com, você poderá ter o alias de clarkston.com como bradford.com e os e-mails enviados para qualquer um dos endereços será entregue em admin@bradford.com.

    Diretório WHOIS

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    O diretório WHOIS é uma listagem pública de nomes de domínio e das pessoas e organizações associadas a cada um deles.

    Como medida de privacidade, alguns proprietários de nome de domínio preferem ocultar suas informações pessoais do diretório WHOIS, assim como algumas pessoas pedem que seu número de telefone não seja inserido em uma lista telefônica local.

    O diretório WHOIS é usado para determinar o proprietário e os endereços IP do nome do domínio. Existem muitos diretórios gratuitos disponíveis na internet. As informações fornecidas no diretório WHOIS incluem um endereço de correspondência e um número de telefone.

    Exemplo:

    Publicado
    Nome de domínio: GIFTCAT.COM
    Registro efetuado por:

    Phoreign LLC
    2301 Collins Ave
    Miami Beach, Florida 33139
    United States
  • Diogo Pereira J Manoel

    quarta-feira, 7 de outubro de 2009

    Exames de Windows Seven agendados - 071-685 e 071-686

    Scheduled Exams for DIOGO PEREIRA MANOEL


    Exams must be rescheduled or cancelled prior to 6:00 PM Eastern Time

    (GMT -05:00 Washington, D.C.), one day prior to the exam date.

    Exam Date/Time: 15-Oct-2009 11:00 AM
    Test Center: Ka Solution Tecnologia em Soft
    Exam Name: Pro: Windows® 7, Enterprise Desktop Support Technician
    Client/Exam Number: Microsoft 071-685
    Confirmation Number: S1ELAM5006



    Exam Date/Time: 9-Oct-2009 11:00 AM
    Test Center: Ka Solution Tecnologia em Soft
    Exam Name: Pro: Windows® 7, Enterprise Desktop Administrator
    Client/Exam Number: Microsoft 071-686
    Confirmation Number: S1ELAM5008



    Resumo do Webcast - Horario de Verão 2009/2010

    Olá Pessoal,
    Para quem não pode participar do WebCast hoje sobre o Horário de Verão 2009/2010, haverá uma segunda apresentação neste link aqui.
    Abaixo, destaco os pontos mais importantes ressaltados durante o WebCast de hoje:
    - Início do Horário de Verão:
    Para o início do Horário de Verão nenhuma ação deve ser tomada, desde que você tenha aplicado um dos dois KBs disponibilizados pela Microsoft em Dezembro de 2008 ou Agosto de 2009. Com isso o Horário do Windows já está programado para adiantar em 1 hora à partir de 18/10/2009.
    - Término do Horário de Verão:
    Atualmente as máquinas com os KBs mencionados acima estão com a data de término do Horário de Verão para o dia 14/02/2010. Para que isso seja resolvido, um novo KB será lançado em Dezembro de 2009 corrigindo a data para término do Horário de Verão no dia 21/02/2010.
    Considerações Importantes:
    - O período entre 14/02/2010 e 21/02/2010 é chamado de Período Delta. Caso um usuário insira um agendamento no Outlook, dentro do período Delta, antes da aplicação do KB que será lançado em Dezembro, o agendamento irá atrasar uma hora após a aplicação deste KB. Na ocasião do lançamento, a Microsoft irá dísponibilizar maiores informações.
    - O Exchange (Tanto 2003, quanto 2007) utilizam o horário do Windows Server. Sendo assim, não há nenhuma configuração ou procedimento a ser adotado para este servidor. Outros servidores, como ISA Server, SQL Server e etc, também não precisam de configuração ou procedimento adicional.
    - Para alteração de Horário de Verão em máquinas Windows 2000 (Professional ou Server) há um KB que é disponibilizado para quem possui suporte da Microsoft. Para maiores informações acesse o Blog da equipe LATAM: http://blogs.technet.com/latam.
    - Máquinas anteriores ao Windows 2000 não possuem suporte.
    Espero que com isso os Administradores de Redes tenham menos problema esse ano...
    Até mais!

    quinta-feira, 17 de setembro de 2009

    File Server Capacity Tool (FSCT) 1.0

    File Server Capacity Tool (FSCT) 1.0

    Existe uma ferramenta que a Microsoft acabou de disponiblizar e que, acredito eu, irá ajudar muitos administradores de sistemas. Trata-se do File Server Capacity Tool (FSCT), que, de forma resumida, lhe dará as informações necessárias para que você dimensione o seu servidor de arquivos evitando gargalos no mesmo. Para facilitar a compreensão da utilidade da ferramenta, fiz a tradução (que segue abaixo) da descrição que a Microsoft colocou na página de download da mesma.

    "Fazer o capacity planning e resolver problemas de desempenho de um servidor de arquivos é um aspecto crítico de alto nível na administração da rede. Centralizar os servidores de arquivos e disponibilizá-los para as estações dos clientes é, atualmente, uma norma dentro da maioria das redes corporativas. Este tipo de estrutura reduz os requisitos de storage, centraliza o backup, aumenta a disponibilidade dos arquivos e simplifica a revisão de documentos. Todavia, uma vez que o armazenamento dos dados e o acesso são centralizados, limitações de desempenho irão impactar na experiência de todos na rede. Projetar os requisitos de hardware necessários para que uma determinada quantidade de usuários possa acessar um workload específico, e entender onde os gargalos acontecem são pontos críticos para quem deseja aumentar a eficiência das configurações dos servidores. O FSCT pode ser uma ferramenta valiosa na hora de escolher um novo hardware para aquisição, identificando a capacidade do hardware existente, localizando os gargalos, e planejando a expansão dos recursos. A capacidade de throughput de um servidor de arquivos pode ser expressa como o número máximo de operações por segundo ou pelo número máximo de usuários suportados pela configuração. Estes valores são influenciados por diversos fatores, que podem incluir a velocidade do processador, memória disponível, velocidade do disco, latência de throughput da rede e a velocidade com que as requisições SMB são processadas."

    A versão final desta ferramenta está disponível para as plataformas x86 e x64. Os sistemas operacionais suportados são Windows Server 2003, Windows Server 2003 R2, Windows Server 2008, Windows Server 2008 R2, Windows Vista SP2 e Windows 7.

    Downloads disponíveis em:

    AMBIENTES x64 - CLIQUE AQUI